Paixões ideais
Cansei de caminhar dentro da minha futilidade de anseios turvos, talvez seja a hora de esperar as coisas acontecerem, tudo deve manter seu curso normal, não adianta antecipar os fatos, e crer que talvez as coisas pudessem caminhar de outra forma, sejamos realistas.
Aprendi a não fazer planos, não alimentar amores impossíveis, e vale ressaltar um grande defeito dos seres humanos que é esperar muito dos outros, no final acabamos decepcionados não é mesmo? Agora eu me pergunto quem é o culpado? Sim, o culpado é você, sou eu, que alimentou paixões pitorescas, que acreditou que poderia ter uma linda estória de amor com aquela fulana ou aquele cicrano.
Dificilmente viveremos esses romances hollywoodianos interpretados na telona, aquilo é embelezado com o glamour do mundo ideal, seguido por um roteiro minucioso, as personagens costumam passar por adversidades, no entanto, o final costuma ser glorioso, nas novelas costumam acabar em gravidez (é um clichê das novelas globais), e nos filmes acabam em lindas cenas de amor, ou às vezes até em lagrimas com a morte inesperada da donzela ou do rapazote apaixonado.
Mesmo tentando racionalizar minhas paixões, acabo agindo de forma passional e emotiva, fico frustrado com os resultados desastrosos das minhas “pseudoinvestidas” virtuais, tento descobrir quais são meus defeito; O que estou fazendo errado? Contudo, alguns amores são teimosos, e não cessam suas tentativas para conquistar seus amores mais prolixos.
Vou terminar meu texto escrevendo um pouco sobre o meu aniversario, eu nasci dia 05/09/1986, ou seja, completarei 24 anos, e tenho muitas expectativas em relação aos próximos anos, será que estarei vivo? Empregado? São tantas incógnitas, entretanto, é importante agradecer minha família por estar sempre ao meu lado.
Sem minha família eu nada seria; eu amo vocês…
Também deixo um abraço fraterno para os meus amigos, que sempre estenderam as mãos nos momentos de alegria e tristeza da vida.
Autor: Gustavo Rugila
Frase da Semana: “MACBETH — Paz, te peço. Ouso fazer tudo o que faz um homem; quem fizer mais, é que deixou de sê-lo.” – William Shakespeare
O que tenho para falar sobre o amor?
Tenho a dizer que a cada dia aprendo amar mais as pessoas e suas decisões, mesmo que essas decisões venham contra mim. Tenho que amar incondicionalmente essas pessoas, pois isso é o livre arbítrio que nos foi concedido, direito esse, o qual ninguém nesse mundo pode tirar.
O amor entre duas pessoas não nasce da noite para o dia: ele deve ser conquistado centímetro por centímetro, sentimento por sentimento. Acredito que talvez seja até imensurável, ou será que já inventaram um medidor?
Não mandamos no coração, mas ele nos leva por caminhos esburacados de difícil acesso e nós faz atolar em um monte de dúvidas, que de tão cruéis, atormentam a nossa alma.
Será esse o motivo da vida?
Uma busca incessante?
Queria eu saber, e ajudar os perdidos
Mas, tudo tem o seu tempo, e temos que venerar isso.
Minhas palavras são singelas, desajeitadas e carregam um pouco de esperança, pois se um dia o amor acabar, ele deve acabar assim, repleto de esperança.
E concluo que meu coração não é de ninguém, e mais uma vez ele vai ter a terrível tarefa de esquecer o que durante um ano e alguns meses aspirou.
Não guardo mágoas, porque meu coração não nasceu para carregar esses sentimentos.
Quem sou eu afinal?
Amante platônico? O rapaz melancólico? O cético?
Não desista de mim tão cedo.
Mas por você eu tudo seria…
Agradeço por sua existência, pois assim amadureço…
Autor: Gustavo Rugila


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